CESVI Brasil - Centro de Experimentação e Segurança Viária

Por que motos pequenas costumam ser vetadas pelas seguradoras

Alto índice de roubo e frequência de acidentes são riscos muito altos.

24/10/2017
Ter uma moto no Brasil, do ponto de vista de segurança, não é tarefa fácil. Por serem mais suscetíveis a acidentes, furto e roubo, os veículos de duas rodas requerem maior cuidado também na hora da contratação do seguro. Há várias opções disponíveis, mas tudo depende daquilo que o mercado chama de “cilindrada” da moto. Quanto menor for esse número, maior é o risco e, portanto, mais alto será o preço da apólice.

Moto mais vendida do País, a Honda CG é vetada pela maioria das seguradoras. As poucas que oferecem a cobertura cobram até 30% do valor de mercado do modelo, inviabilizando a contratação para boa parte dos proprietários.

Há dois fatores determinantes para o elevado custo dessas apólices. Um é o alto índice de roubo e furto, cujo objetivo é abastecer o mercado ilegal de peças. O outro é o grande número de acidentes de trânsito.

Por isso os donos de modelos com motores de até 200 cm³ costumam contratar seguros que cobrem apenas casos de roubo e furto e são, quase sempre, acompanhados de serviço de rastreamento. 


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